(...) meus olhos abriram devagar. O lustre no teto do meu quarto balançava com a brisa suave que escorria pelas frestas da minha janela. Eram 11:32.
Fazia tempo que não dormia tanto, quase 12 horas de sono profundo. Sonhei várias coisas. Sonhei com cachoeiras, sonhei com uma casa de praia deserta, sonhei que acordava na casa da minha avó com aquele cheirinho de café torrado.
Por um momento senti frio, me agasalhei mais ainda com o edredon de estampas azul. Fechei novamente os olhos e procurei por paz. Sabia que aquele momento era único. Vagarosamente o canto da minha boca ameaçou um singelo sorriso e lembrei dos meus amigos, lembrei dos meus pais e daquele abraço gostoso da minha avó.
Suspirei. Um sentimento esquisito tomou parte de mim, ao mesmo tempo que as lembranças me confortavam, a saudade aparecia e me fazia sentir dor no peito.
Lembrei da minha infância, das minhas dificuldades, da minha mãe me ensinando a fazer Dever de Casa. Abri os olhos, o lustre já parara de balançar e um pequeno raio de sol coloria a cabeceira da minha cama.
Suspirei novamente e me pus sentado na cama. Um desejo de sorrir apareceu instantaneamente, e este se tranformou numa gargalhada gostosa.
A vida é boa minha gente. A vida é boa ! (pensei)
Fazia tempo que não dormia tanto, quase 12 horas de sono profundo. Sonhei várias coisas. Sonhei com cachoeiras, sonhei com uma casa de praia deserta, sonhei que acordava na casa da minha avó com aquele cheirinho de café torrado.
Por um momento senti frio, me agasalhei mais ainda com o edredon de estampas azul. Fechei novamente os olhos e procurei por paz. Sabia que aquele momento era único. Vagarosamente o canto da minha boca ameaçou um singelo sorriso e lembrei dos meus amigos, lembrei dos meus pais e daquele abraço gostoso da minha avó.
Suspirei. Um sentimento esquisito tomou parte de mim, ao mesmo tempo que as lembranças me confortavam, a saudade aparecia e me fazia sentir dor no peito.
Lembrei da minha infância, das minhas dificuldades, da minha mãe me ensinando a fazer Dever de Casa. Abri os olhos, o lustre já parara de balançar e um pequeno raio de sol coloria a cabeceira da minha cama.
Suspirei novamente e me pus sentado na cama. Um desejo de sorrir apareceu instantaneamente, e este se tranformou numa gargalhada gostosa.
A vida é boa minha gente. A vida é boa ! (pensei)
2 comentários:
adoreiii.............aqui tem café também, não é o da vovó mais o meu é cheiroso tb......rs.:)
as vezes isso tb acontece comigo !!! so q eu ainda nao tive FERIAS no EB..kkkkkkkkkkkkkkkk.
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